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.::REFLEXÕES::.
O
Verdadeiro Amigo
"Ensinando-as
a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; eis que
eu estou convosco todos os dias, até a consumação
dos séculos. Amém."
(Mateus 28:20)
O Amigo de Todas
as Horas
Dois homens viajavam juntos quando, de repente, encontraram,
no caminho, um urso. Um deles subiu o mais rápido que
pôde em uma árvore próxima e escondeu-se
entre os galhos. O outro, vendo que seria atacado, jogou-se
ao chão fingindo-se de morto. O urso aproximou-se e
passando seu focinho pelo corpo do homem, que prendia a respiração
o máximo que podia, logo o deixou.
Diz-se que o urso não toca um corpo morto.
Quando o animal já estava distante, o outro viajante
desceu da árvore e Curioso perguntou ao amigo que fingira-se
de morto: "O que o urso sussurrou ao seu ouvido? "Ele
me deu um conselho," respondeu. "Disse-me para jamais
viajar com um amigo que ao menor sinal de perigo me abandone."
O infortúnio
testa a sinceridade dos amigos, mas existe um Amigo que nunca
nos trairá ou abandonará.
A nossa caminhada neste mundo é longa e, muitas vezes,
difícil e perigosa. Temos que estar preparados para
bons e maus momentos, para alegrias e decepções,
para deleites e aflições, para grandes conquistas
e momentâneos fracassos.
O caminhar sozinho pode ser monótono e enfadonho. Geralmente
buscamos a companhia de alguém que possa estar conosco
para dividir os prós e contras.
É bom estar com alguém que sorria conosco nas
horas de regozijo e também seja capaz de chorar ao
nosso lado quando as coisas não estiverem indo bem.
Precisamos de um amigo, alguém em que possamos confiar
plenamente e que tenhamos a certeza de que, seja qual for
a circunstância, não se afastará um minuto
sequer. E quem é esse amigo verdadeiro?
JESUS CRISTO!
Fiel, solidário, pronto a ouvir o que vai dentro de
nossos corações. Só Ele é capaz
de encorajar-nos nas horas de desespero, de
consolar-nos quando tudo parece perdido, de estender a mão
para que recomeçemos do lugar onde caímos. Haja
o que houver, Ele sempre presente para te ajudar.
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Confiança
em Deus
Sl. 42.
5 e 11
5- Por que estás abatida, ó
minha alma, e porque te perturbas em mim? Espera em Deus,
pois ainda o louvarei na salvação da sua presença.
11- Por que estás abatida, ó
minha alma, e porque te perturbas dentro de mim Espera em
Deus, pois ainda o louvarei. Ele é a salvação
da minha face e meu Deus.
Devemos confiar
sempre em Deus, nosso Senhor, mesmo que as circunstâncias
venham tentar nos entristecer, nos desanimar, não devemos
deixar que elas prejudiquem a nossa fé e confiança
em Deus.
Devemos ter paciência
para esperar sem perder o ânimo, a fé e sem murmurar,
crendo que o nosso Senhor suprirá as nossas necessidades,
e fará sempre o melhor para nós e no tempo certo.
Devemos esperar o tempo de Deus.
Eclesiastes
3.1
Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo
o propósito debaixo do céu.
Salmos 40.1
Esperei com paciência no Senhor, e Ele se inclinou para
mim e ouviu o meu clamor.
As vezes pensamos
que o que estamos pedindo é o melhor para nós,
e que Deus deve nos atender na hora em que pedimos, mas creia
que o Senhor, nosso pai, sempre sabe o que é melhor
para nós, seus filhos, e tudo o que Ele faz é
perfeito.
Dpto
de Jovens
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A
Paz no meu lar
O nosso lar é um prolongamento de nós mesmos.
Todos temos o direito de ter paz, especialmente no lar,
que pode ser um refúgio em meio a um mundo hostil.
Mas
o nosso lar pode reproduzir, em menor escala, os grandes
êxitos e as grandes tragédias do mundo. Podemos
encontrar ditaduras ou democracias, progresso ou subdesenvolvimento,
guerra fria ou guerra declarada, violência ou uma
existência harmoniosa.
Na
realidade, cada lar é um pequeno mundo complexo
que tem a sua forma particular de enfrentar a vida. Ali
nos alegramos e também sofremos. Ali gozamos a
vida e às vezes também no menosprezamos.
Ali existe esforço, mas também o desânimo,
e pode reinar o rancor, bem como o perdão. Ali
crescemos e ali morremos. Mas a diferença entre
o mundo e o nosso lar é que não podemos
culpar o Presidente ou os Governantes pelo que acontece
no nosso lar, porque dentro do nosso lar (dentro de quatro
paredes), somos todos cúmplices e responsáveis
pelo ambiente que ali impera.
Se
quisermos que haja paz em nosso mundo, e menos violência,
por que não começar em nossa própria
casa?
Se
eu tivesse que descrever o ambiente no meu lar, eu teria
que dizer que ele é como:
- Um belo mar sereno
- Um manancial de águas frescas
- Águas tranqüilas
Ou
então:
- Como uma fonte quase seca
- Como um rio poluído
- Como um charco de águas paradas
- Como um mar em grande tormenta
- Um reservatório de águas amargas
Conclusão: O amor e o diálogo são
fatores principais para que hajam boas relações,
paz e harmonia nos lares.
Extraído do livro – Paz! É o que queremos.
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